A Desregulação da Psicanálise

Cibele Prado Barbieri
Círculo Psicanalítico da Bahia

Há algum tempo recebi a indicação de uma página da Internet onde se podia ler o seguinte: “Algo o incomoda?...Precisa de ajuda? ...Você não precisa sair de casa para fazer terapia. ... Psicanálise "On-line".

Parecia uma brincadeira, uma piada de Internet, mas quando o horror se dissipou percebi que a coisa era séria. Hoje podemos encontrar numa outra página uma definição:

O QUE É A PSICANÁLISE ON-LINE?
 A psicanálise on-line, agrega a todos os preceitos consagrados na psicanálise clássica, novos mecanismos de trabalho, utilizando-se das possibilidades que a moderna tecnologia lhe oferece, a exemplo de outras formas de terapia que já utilizam esta modalidade. Há nesta forma de trabalho, vantagens que devem ser destacadas como: permitir o acesso a clientes que moram em locais onde não há psicanalistas ou clientes que não querem ou não aceitam ir ao consultório, oferecer flexibilidade nos horários, permitir maior abertura emocional e oferecer preços menores que a média cobrada pelos psicanalistas tradicionais.
(http://www.psicanalise.online.nom.br/, acesso em 26 de agosto de 2005)

Na era do instantâneo, do industrializado e dos transgênicos, era da profissionalização, da globalização e da informatização, a “Psicanálise On-line” é o extremo de um processo de encaixotamento do saber e do fazer para “pronta entrega”.

Para caber (encaixar) nesse barato e exíguo caixote, é preciso amputar tantas partes desse corpo que, ao final, o saber encaixotado já perdeu sua essência, sua vida e sua ação. É o caso de se dizer que “o barato sai caro”.

É semelhante a uma industrialização do produto "psicanalista", oferecido numa embalagem atraente, supostamente fácil, instantânea, prática, que só exige que o indivíduo – desprezando-se o sujeito – engula ou use na forma hoje corrente do "faça você mesmo" com um mínimo esforço.

Estas instituições que se dizem psicanalíticas e ortodoxas, utilizam as técnicas mais modernas de marketing de rede para vender seus cursos, propondo a formação de psicanalistas em série e em progressão geométrica, sob o argumento de que a psicanálise está morrendo e precisamos formar novos contingentes de analistas para dar vida à psicanálise. Reivindicam, ainda, a regulamentação profissional do Psicanalista de acordo com seus princípios e interesses. Mas estes princípios e interesses se baseiam num saber encaixotado do qual foi amputado o próprio coração.

Isso tem promovido um questionamento dentro da sociedade como um todo a respeito do que é e o que não é psicanálise e um dilema entre os psicanalistas.

Nosso dilema é não apenas desenvolver todo um esforço conjunto para barrar os projetos de lei mais estapafúrdios que chegam ao Congresso Nacional, mas também formular um discurso comum a todas as instituições psicanalíticas, para além das diferenças existentes, que possa efetivamente separar o joio do trigo.

O problema da regulamentação não é um episódio especificamente brasileiro, nem tampouco atual. Ele vem afetando a Europa há mais de 10 anos e já atingiu outros países do nosso continente, como a Argentina, por exemplo. A regulamentação já existe em países como a Itália e a França, sendo que na França a psicanálise entra como um item no rol das psicoterapias. Essa mobilização produziu um movimento que se denomina Articulação das Entidades Psicanalíticas Brasileiras constituído por 30 entidades que se reúnem periodicamente para discutir e definir estratégias e decisões em relação ao assunto.

A situação atual nos coloca diante de uma difícil escolha: devemos lutar pela não regulamentação para assim defender a liberdade de ação dos psicanalistas e proteger o legado freudiano, ou criar um regulamento para preservar a psicanálise e as instituições psicanalíticas dos oportunistas, mesmo correndo o risco de promover um certo engessamento?

Os fatos que vivemos nos pressionam no sentido da regulamentação, tendo em vista o uso e o abuso que se tem operado em torno e às custas do significante Psicanálise, não só por conta das instituições supostamente psicanalíticas que, promovendo formação e desinformação em massa, deturpam e difundem conceitos e práticas distorcidas sob o rótulo de Psicanálise. As universidades também têm dado sua contribuição para colocar no mercado supostos analistas, sob a proteção de cursos acadêmicos que outorgam títulos de especialização, mestrado e doutorado em Psicanálise.

Mais além dos inegáveis benefícios do reconhecimento da Psicanálise, o advento da psicanálise na Universidade nos trouxe, pelo menos, um efeito adverso: a facilitação do exercício da clínica sem o fundamento de um estudo aprofundado, da análise pessoal e da supervisão clínica. Sabemos do cuidado com que certas universidades tratam de esclarecer que tais títulos não garantem o exercício da Clínica Psicanalítica, mas parece que não todas... Mas, mesmo que o façam, não há como evitar que o portador de um título universitário que qualifica um mestre ou doutor, se outorgue o direito de nomear-se psicanalista, apoiado neste título e até fundamentado num entendimento, equivocado ou tendencioso, dos próprios aforismos psicanalíticos. Dessa forma, o que vemos na prática é que o tripé clássico da formação, tradicionalmente sustentado pelas instituições psicanalíticas que se prezam, cai em desuso, fica amputado, dispensado de ser cumprido.

Assim, um estudante que complete uma determinada carga horária de aulas e leituras de textos psicanalíticos e que mostre ser capaz de defender uma argumentação com alguma propriedade, recebe o título de especialista, mestre ou doutor em Psicanálise e sai por aí se intitulando psicanalista, atendendo e ensinando.

É o que vem acontecendo com professores universitários que, credenciados por esses títulos, patrocinam propostas inusitadas como a de uma faculdade de Psicologia que inclui em seu currículo a disciplina intitulada “Observação em Psicanálise”, aulas práticas de Psicanálise.

A faculdade oferece atendimento terapêutico dito psicanalítico e exige, em contrato assinado no início do tratamento, que o paciente aceite submeter-se à análise num ambiente equipado com espelhos falsos através dos quais os estudantes possam assistir às sessões para posterior discussão.

É possível haver uma análise nessas condições?

Por que não? Um leigo no assunto pode perguntar. Mas um psicanalista que se tenha submetido à análise e lido Freud com a atenção que a instituição psicanalítica promove, saberá que o olhar é uma das pulsões parciais que o analista deve-se precaver de satisfazer na situação analítica.

Freud percebeu que a postura face a face criava obstáculos tanto do lado do paciente quanto do analista, justamente em função da questão do olhar. O divã tem como função minimizar a mobilidade e a visão do ambiente e do analista.

No Seminário 11, Lacan trabalha a questão da pulsão escópica e seus efeitos na análise. No seminário de 19 de fevereiro encontramos a seguinte pergunta: “Em que medida é preciso, na análise, fazer o sujeito saber que o olhamos, quer dizer, que estamos situados como aquele que olha no sujeito o processo de se olhar?” Lacan responde:

[...] o plano da reciprocidade do olhar e do olhado é, mais que nenhum outro, propício, para o sujeito, ao álibi. Conviria então para nossas intervenções na sessão, não fazê-lo estabelecer-se nesse plano. Seria preciso, ao contrário, truncá-lo por esse ponto último do olhar, que é ilusório.

O obstáculo que vocês notam está mesmo aí para ilustrar o fato de que conservamos uma grande prudência. ... não é por nada que a análise não se faz face a face. A esquize entre olhar e visão nos permitirá,... ajuntar a pulsão escópica à lista das pulsões. Se sabemos lê-lo, nos aperceberemos de que Freud já a coloca no primeiro plano em As pulsões e seus avatares, e mostra que ela não é homóloga às outras. Com efeito, ela é a que elude mais completamente o termo da castração.

Serge André em seu livro “A Impostura Perversa” diz o seguinte:

Sabemos que o neurótico se cala sobre a sua fantasia, ou que só a entrega, na experiência analítica, com extrema dificuldade, como uma confissão arrancada à vergonha, cercando-se de toda sorte de precauções. É que, para ele, fazer a fantasia passar da cena privada para a cena pública, confiando-a a um ouvinte, equivale, automaticamente, a se apontar como culpado e se expor às censuras do Outro. Não é o caso do perverso, pelo menos do perverso confesso, que manifesta, ao contrário, uma tendência a exibir suas fantasias, muitas vezes à maneira de uma provocação.

Quem se submeteu à análise alguma vez, sabe disso. E quem levou sua análise às últimas conseqüências, sabe mais ainda...

O analista que, em nome de um ensino, convida seu paciente a participar de uma cena que envolve a exposição da sua intimidade (e da sua "extimidade") a olhares estranhos e indistintos, de certa forma nos convida a questionar que desejo o move nesta escuta assistida. Que posição ética justificaria tal ato? Que efeitos podem surgir no paciente que se instala numa sala com espelhos, sabendo que é olhado? E mais, que efeito sofre o analista sabendo que é observado? Lacan, ainda no Seminário 11, diz que o desejo do analista tem duas vertentes que apontam para o par da fantasia do analista: o que o analista quer fazer do paciente e o que o analista quer que o paciente faça dele; ou seja, o analista na posição de sujeito e o analista como objeto. Para Serge André, o desejo do analista não é um desejo puro e “poderia ser definido como o desejo de um homem prevenido.” Com isso ele pretende dizer que, tendo passado por um final de análise que supõe um saber sobre a sua fantasia fundamental, o analista deve tomar seu próprio desejo de tornar-se analista como um desejo eminentemente suspeito.

Eis aqui uma especificidade da ética da Psicanálise que a diferencia das psicoterapias e de toda outra forma de atendimento. O analista toma parte nessa outra cena e seu desejo de analista deve ser preservado do desejo do analista, já que ele não pode estar aí como o observador ingênuo, supostamente isento, de um experimento científico.

O desejo do analista é o motor da análise, na medida em que ele possa estar aí como causa do discurso do sujeito do inconsciente visando, mais além deste discurso, a fantasia fundamental com tudo aquilo que ela traz de perverso e de real em seu bojo. Este motor imprime uma direção ao tratamento e por isso o analista deverá suspeitar da iminência de seu próprio gozo.

Então, voltamos a questionar: o que quer um analista que introduz no dispositivo analítico o olhar de terceiros. Que lugar ocupa o par analista/analisante diante desta platéia?

Esse terceiro, colocado em posição de expectador da cena analítica, vem compor um cenário que evoca o sonho paradigmático do caso do Homem dos Lobos .

Como todos sabem, Freud refere este sonho à cena primária constituinte da fantasia fundamental deste sujeito dividido e imobilizado na fixidez deste olhar e ser olhado. O analista colocado no centro da cena, em posição de objeto dos olhares de vários outros, remete a este movimento de retorno da pulsão escópica – ver, ser visto, ser visto vendo – que mobiliza um gozo. Mas, e se isto é feito em nome de uma transmissão de saber, que fantasia permeia essa estratégia de transmissão?

Se buscamos uma justificativa pelo viés de uma transmissão fiel e completa da análise – da observação direta proposta pela metodologia da ciência – descobrimos que, sob o argumento de tudo ensinar, jaz uma lógica implícita de, nos moldes sadianos, tudo olhar para nada faltar, para ver a verdade toda de uma análise, enfim, para desmentir a falta fundamental e o impossível de se transmitir toda a verdade, principalmente quando se trata do inconsciente. A verdade que se entrevê aí é um desejo de encenar ou de encarnar o mestre detentor de um saber completo e da verdade de como fazer, tornar-se o Um para cada aluno tomado como Coisa que olha. É disto que nos fala Serge André, quando nos diz:

[...] não creio [...] poder contentar-me em definir o perverso como sendo aquele que faz uma atuação, aquele que realiza sua fantasia no palco do mundo. Nem todos os perversos atuam, e alguns neuróticos não conseguem impedir-se de fazê-lo. Ao contrário, estou convencido de que existe uma maneira perversa de enunciar a fantasia, sobre a qual Sade [...] nos dá indicações preciosas. A perversão, em suma, é uma questão de estilo. Com isso quero dizer que é em sua própria fala que o perverso começa a atuar.

Situar o perverso como o moralista de nosso mundo, entregue às exigências cada dia mais desumanas do discurso da ciência, sem dúvida não seria a descoberta menos irônica da psicanálise atual.

E assim, ironicamente, assistimos sob a égide de um interesse científico/acadêmico, como fazer da psicanálise mais um modo de gozar.

Dito isso, só podemos então entender como um grande equívoco essa inusitada proposta de uma psicanálise sob observação, na medida em que não só ela coloca de saída um obstáculo ao aprofundamento das questões mais íntimas do analisante ao instalá-lo numa cena pública, mas, ainda, no que ela fornece o álibi perfeito para o exibicionista, livre dos infortúnios da castração. Por definição, uma situação que oferece álibi à angústia de castração, não pode ser considerada ato analítico, mas, ao contrário, uma manobra para a realização de um ato perverso .

No outro extremo, vamos encontrar a “Psicanálise On line”, onde o olhar estará completamente truncado; a não ser que o analista e o analisante internauta utilizem como recurso as modernas câmeras para computador.

Após o horror, como havia dito, desta nova proposta, a exemplo de Freud, fui e voltei discutindo comigo mesma. Seria esta, então, uma boa técnica para neutralizar completamente a incidência do olhar e também da voz na análise? Que efeitos surgiriam numa análise sustentada via texto escrito? Em lugar da fala, em ausência da escuta... uma escrita, uma leitura. Entrevista preliminar, ou bate-papo (chat)?

O divã se faz supérfluo, diante do computador/analista, o paciente pode escolher onde e como se acomodar, ... mas será incômodo teclar deitado.

Novas cláusulas para o “contrato terapêutico”. Será que Freud aprovaria? Formulário de anamnese preenchido previamente; envio de cópia de documento de identidade, frente e verso; depósito em conta bancária de pagamento antecipado. São condições para marcação da data e hora da “consulta”. Instruções para download do programa ICQ, necessário para o encontro virtual, conselhos e instruções para garantir privacidade e proteção antivírus...

O nome do analista não está especificado. Será que é possível escolher o analista, ou o atendimento seria feito por um “analista de plantão”? Não pude esclarecer estes detalhes. Muito me fez pensar, porém.

A transferência, a suposição de saber, é possível acontecer. Lacan diz que mesmo “[...] onde não haja analista no horizonte, ... [isto não exclui]... que ali possa haver, efeitos de transferência exatamente estruturáveis como o jogo da transferência na análise”.

Mas, ainda assim, não podemos articular a emergência do inconsciente dissociada da presença do analista como ele próprio frisa: “[...] o conceito de inconsciente [...] não pude separá-lo da presença do analista”.

E ainda: “Paradoxalmente, a diferença que garante a mais segura subsistência do campo de Freud, é que o campo freudiano é um campo que, por sua natureza, se perde. É aqui que a presença do psicanalista é irredutível, como testemunha dessa perda.

Mas será que podemos conceber a presença de um analista in efigie, redutível ao imaginário deste candidato a analisante, pelo simples fato de estarmos aqui em presença do significante Psicanálise? Num encontro virtual com um suposto analista, será possível instalar-se uma transferência analítica? E, se assim for, este suposto analista poderá manejar esta transferência analiticamente via internet?

Antônio Quinet, em seu livro A descoberta do inconsciente, considera que “O sujeito em associação livre, é um sujeito dirigindo-se ao analista cuja presença nas sessões é condição sine qua non para fazer o inconsciente existir. Pode parecer estranho, mas o inconsciente se presentifica na poltrona do analista” .

Isto significa que algo da ordem do real participa compondo o cenário que condiciona a emergência do inconsciente, marcando esta presença nos três registros – real, simbólico e imaginário – para que a análise aconteça.

Mas, enfim, tudo isto que até aqui elaboramos tem apenas o objetivo fundamental de marcar alguns poucos pontos de conflito e incompatibilidade dessas iniciativas em relação às especificidades da ética da psicanálise.

Se assim o fizemos, não foi sob a pretensão de ajuizar sua ética do ponto de vista filosófico, social ou moral, mas porque estas atuações denunciam uma equivocada assimilação da psicanálise às psicoterapias, como também a utilização indébita, inocente ou tendenciosa, do significante Psicanálise pelo fascínio e confiabilidade que ele hoje confere a quem o porta, tanto na área do saber quanto na da terapêutica psicológica.

Por que não se criam novos nomes para estas novas propostas? Tipo psicoterapia on-line, ou chat terapêutico e também Big Other Brasil-psi...

Para retomar a essência e a especificidade da ética da psicanálise freudiana, Lacan questionou os padrões vigentes em sua época. Derrubou dogmas nunca dantes questionados, desmontou rituais estabelecidos, revolucionou a instituição psicanalítica e avançou em pontos cruciais da teoria, articulando a intenção e a extensão.

Isto, no entanto, não foi suficiente para nos proteger de leituras equivocadas, tanto da obra de Freud quanto da sua própria, e também das segundas intenções/extensões dos oportunistas que tomam o campo da psicanálise como se fora uma terra de ninguém, um mercado onde o analista se estabelece seguindo a bula de um projeto de divã básico, combinado a técnicas de primeiros socorros.

Já se vão bem mais de dez anos que assistimos aqui no Brasil à escalada dessa desregulação que, felizmente, trouxe ao menos um efeito positivo e enriquecedor. Vemos hoje instituições e psicanalistas, discordantes em alguns aspectos, juntos nas mesas de debates discutindo pontos de vista, mas solidários num trabalho conjunto que revela um ideal comum mantido pelo respeito às pequenas diferenças e às grandes identidades de pensamento. Isto tem fortalecido as instituições psicanalíticas e vem preservar este ofício das grandes diferenças, defendendo-o destes estranhos, estrangeiros, que nos possibilitam a reunião em um grupo um pouco mais coeso e familiar, como Freud bem nos ensinou na sua Psicologia dos Grupos.

Palavra chave: Regulamentação – Instituição psicanalítica - desejo do psicanalista.
Resumo: A autora pretende questionar as propostas de atendimento psicanalítico via internet e de titulação em Psicanálise pela Universidade, confrontando tais procedimentos e seus efeitos com a teoria para fundamentar a incompatibilidade destas propostas com a especificidade da ética da psicanálise.

Referências
André, S. - A Impostura perversa – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004
Clastres, G. - “Ato neurótico e ato perverso” In: Folha – Informativo da Clínica Freudiana nº 32/33 – Salvador, 1990
Freud, S. - Análise terminável e interminável [1937] In: Edição Standard Brasileira das Obras psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1977. V. XXIII, cap. 7
Freud, S. - Esboço de Psicanálise [1938] In: Edição Standard Brasileira das Obras psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1977. V. XXIII
Freud, S. - História de uma neurose infantil [1918] In: Edição Standard Brasileira das Obras psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1977. V. XVII
Freud, S. - Psicologia dos Grupos e Análise do Ego [1921] In: Edição Standard Brasileira das Obras psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1977. V. XXIII
Freud, S. - Totem e Tabu [1912] In: Edição Standard Brasileira das Obras psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1977. V. XIII
Freud, S. - Três Ensaios sobre a teoria da Sexualidade [1905] In: Edição Standard Brasileira das Obras psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1977. V. VII
Freud, S. - Uma criança é espancada [1919] In: Edição Standard Brasileira das Obras psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1977. V. XVII
Lacan, J. - O Seminário – livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da Psicanálise – Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993
Pommier, G. - A exceção feminina : Os impasses do gozo – Jorge Zahar Ed. Rio de Janeiro. 1987
Quinet, A. -A descoberta do Inconsciente - Rio de Janeiro: Jorge Zahar , 2000
O que é a Psicanálise on-line? Disponível em: http:// www.psicanálise.online.nom.br/ Acesso em: 15 de setembro de 2004 e em 26 de agosto de 2005.